“Quem para a vasa da morte?”
Eram muro de 11h30 da manhã do dia 28 de janeiro quando uma vasa avermelhada ocupou o leito do rio Paraopeba, em Esmeraldas, na região medial de Minas Gerais. Trabalhadores de areais às margens do rio registraram, com preocupação, a chegada dos rejeitos provenientes do transbordamento das minas de Fábrica e Viga, da mineradora Vale,