Portulacaria afra de arbusto a bonsai
Esta é uma das suculentas mais populares. Aquela que passava, de geração em geração, da mansão dos nossos avós para a mansão dos nossos pais até chegar a nós por uma simples estaca!
Falamos da Portulacaria afra, muitas vezes chamada planta-do-tostão, com origem na Africa do Sul. Uma vegetal de folhas verdes, brilhantes, ovais e de caules bastante ramificados, que se destaca pela floração superabundante no final da primavera, com os seus cachos de pequenas flores rosadas.
Demais, pertence à família Didiereaceae, na qual se incluem outras espécies de vegetação suculentas.

Condições de cultivo
Em Portugal, encontram-se sobretudo em jardins de casas mais antigas, nomeadamente no litoral e Sul, onde as geadas e as temperaturas negativas não costumam atingi-las com tanta frequência.
Gosta de ambientes de sol pleno ou de meia-sombra. Pode ser cultivada em vasos ou diretamente no solo, oferecido não ser uma vegetal exigente no que toca ao tipo de substrato.
Veja o vídeo:
Moradia + Suculenta
Forma de propagação da Portulacaria afra
Em relação ao formato e ao porte da vegetal, somos nós que decidimos! Consoante o espaço que temos disponível para esta vegetal suculenta, se a deixarmos desenvolver de forma originário, podemos ter exemplares bastante grandes e ramificados, com caules basais espessos, o que faz com que chegue a tarar centenas de quilos e que se possa inclinar ou partir face às intempéries. Por ser ramificada e de propagação relativamente rápido, pode ser podada com o formato de que mais gostarmos ou que se adeque ao espaço que temos para ela. Aliás, confinando o seu propagação a vasos pequenos e com algumas podas agosto, podemos produzir um “falso bonsai” de fácil manutenção.

Recentemente, encontram-se, em hortos e viveiros, espécies de folhas variegadas e vegetação de porte rastejador muito utilizadas porquê vegetação pendentes e de desenvolvimento mais lento. A espécie de que cá falamos é muito utilizada porquê porta-enxertos da Portulacaria namaquensis, conhecida cientificamente também por Ceraria namaquensis, que, pelo seu desenvolvimento lento e de difícil enraizamento, beneficia desta técnica.
Não confundir esta espécie com a Crassula ovata, conhecida porquê planta-de-jade. Ambas são robustas, de fácil manutenção e desenvolvimento, mas muito diferentes no que toca ao tamanho da folha.
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