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Myplant & Garden 2026: tendências, inovação e o porvir do setor do virente

Myplant & Garden 2026: tendências, inovação e o porvir do setor do virente

A Myplant & Garden 2026 confirmou-se uma vez que uma das maiores e mais influentes feiras europeias dedicadas à horticultura, floricultura, paisagismo e virente urbano. No evento, o destaque foi oferecido às Myplant & Garden tendências, inovação no setor e as novas oportunidades que movimentam o mercado. A edição que celebrou o 10.º natalício do evento foi a maior de sempre, reunindo 800 marcas expositoras em 60.000 m² e atraindo muro de 28.000 visitantes profissionais, números que consolidam Milão uma vez que meio estratégico do setor do virente na Europa.

Ao longo de três dias, a feira afirmou-se uma vez que um verdadeiro barómetro do mercado europeu das vegetais. O incremento do setor é sustentado por uma procura cada vez mais consistente por cidades mais sustentáveis, jardins adaptados às alterações climáticas e espaços exteriores que conciliem estética, funcionalidade e responsabilidade ambiental. O virente deixou de ser exclusivamente decorativo: é hoje infraestrutura ecológica, utensílio urbana e motor parcimonioso.

Vegetais resistentes e jardim mediterrânico em destaque

Entre as principais tendências da Myplant & Garden 2026 destacou-se a consolidação das vegetais mediterrânicas resistentes à seca e ao calor uma vez que protagonistas do jardim contemporâneo. A adaptação climática é uma prioridade crescente para arquitetos paisagistas, produtores e gardencenters.

Oliveiras, arbustos estruturantes, gramíneas ornamentais e coberturas vegetais resilientes dominaram os pavilhões. Estas espécies oferecem baixa urgência hídrica, elevada resistência e potente impacto ornamental, respondendo aos desafios impostos por verões mais longos e temperaturas extremas.

As gramíneas continuam a lucrar espaço em projetos paisagísticos, introduzindo leveza, movimento e textura. Já as suculentas e vegetais de baixa manutenção reforçam a estética contemporânea do jardim sedento e sustentável.

Os citrinos ornamentais voltaram a ser protagonistas, combinando valor decorativo, perfume e produção de fruto. Esta tendência reflete uma procura crescente por vegetais que aliem venustidade e funcionalidade, integrando-se tanto em jardins privados uma vez que em varandas e terraços urbanos. O jardim produtivo mantém-se, assim, uma vez que segmento em expansão.

Perfume, tradição e biodiversidade

O perfume regressa ao meio do jardim contemporâneo uma vez que elemento diferenciador e emocional. A Flora Toscana destacou-se com as suas camélias antigas perfumadas, que conjugam património botânico, elegância estética e fragrância marcante. Estas variedades representam um reencontro com a tradição, reinterpretada à luz das exigências atuais do mercado.

Também as borónias de floração primaveril intensa, apresentadas pela Flora Toscana, captaram atenções. Para além do olência quebradiço, estas vegetais assumem um papel relevante na atração de polinizadores, reforçando a valor da biodiversidade nos jardins contemporâneos.

Outra das novidades relevantes foi o lançamento de um novo cyclamen perfumado, resultado de um trabalho de melhoramento genético que combina rusticidade e fragrância intensa. Esta inovação demonstra uma vez que o setor ornamental investe cada vez mais na diferenciação sensorial, criando experiências completas que envolvem visão e olfato.

Sustentabilidade e tecnologia aplicada

A sustentabilidade foi um dos eixos centrais da Myplant & Garden 2026. Substratos sem turfa, materiais reciclados, sistemas de fertirrigação inteligente e soluções de gestão hídrica eficiente confirmam que a inovação tecnológica é hoje segmento integrante da horticultura moderna.

Sensores ambientais, monitorização do dedo e robótica aplicada ao desvelo de espaços verdes evidenciam uma transformação estrutural no setor. A utilização de equipamentos a bateria e sistemas automatizados reforça a transição para práticas mais sustentáveis e energeticamente eficientes.

Entre as propostas mais surpreendentes esteve a tecnologia que permite transformar os impulsos bioelétricos das vegetais em som. Através de sensores específicos, os sinais fisiológicos são convertidos em estímulos sonoros, criando uma novidade dimensão de interação entre natureza, ciência e arte. Esta inovação simboliza o intercepção entre tecnologia e sensibilidade ambiental que caracteriza o setor atual.

O papel do virente nas cidades: o exemplo de Guimarães

O debate sobre sustentabilidade urbana ganhou privado relevância com a apresentação do trajectória da Câmara Municipal de Guimarães rumo à saliência uma vez que Capital Virente Europeia. O município implementou bacias de retenção para controlo de cheias, expandiu a rede de parques urbanos e regenerou áreas verdes, demonstrando uma vez que o paisagismo pode ser instrumento estratégico de planeamento urbano.

A geração de novas áreas verdes e a integração de soluções baseadas na natureza evidenciam a valor do virente na mitigação das alterações climáticas, na melhoria da qualidade do ar e no aumento do bem-estar urbano. O caso de Guimarães reforça a teoria de que investir em paisagismo é investir em qualidade de vida e resiliência ambiental.

Um setor em incremento na Europa

A Myplant & Garden 2026 confirmou que o setor do virente é um dos mais dinâmicos da economia europeia. A crescente internacionalização da feira e o aumento do número de visitantes profissionais refletem a vitalidade de um mercado que continua a expandir-se.

Vegetais resilientes, design floral sofisticado, inovação tecnológica e compromisso ambiental convergem numa visão integrada. O virente assume-se uma vez que elemento importante para cidades mais sustentáveis e para uma sociedade que valoriza cada vez mais o contacto com a natureza.

A edição dos dez anos demonstrou maturidade, dimensão internacional e capacidade de antecipar tendências. A Myplant & Garden consolida-se, assim, uma vez que plataforma estratégica para o porvir do paisagismo, da horticultura e do mercado europeu das vegetais.

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