As melhores vegetalidade natalícias
São várias as espécies de vegetalidade utilizadas nos centros de mesa natalícios, pela sua ramaria aromática, pelos verdes das folhas, combinados com os vermelhos de bagas e flores de Natal.
A nossa sugestão é que replique essa combinação de cores e texturas no seu jardim. Eis as nossas sugestões.
Azevinho
Esta vegetal tem um propagação lento, atingindo em adulta, quatro a seis metros de profundidade.
Segundo o Instituto da Conservação da Natureza e das Florestas, esta é uma espécie em vias de extinção no nosso país, razão pela qual “é proibida a sua colheita, transporte e comercialização em Portugal continental”. Existem variedades e híbridos cultivados, presentes nos viveiros, que pode comprar com consciência de que não estará a afetar o nosso Património Florestal.

Estrela-de-Natal
Enquanto jovens, podem ser utilizadas uma vez que bordaduras em jardins ou em vasos para varandas. Se plantada no exterior, pode atingir os 3 m de profundidade. São comercializadas várias variedades desta vegetal, para além do usual vermelho: cor-de-laranja, verdejante pálido, marmoreadas, e salpicadas, são cores que já existem nos viveiros portugueses.
Leia também:
https://revistajardins.pt/perigos-de-natal-para-animais-de-companhia/
Cotoneaster
Pode saber 4 m de profundidade e tem a sua floração na primavera e verão, com pequenas flores brancas bastante aromáticas. No outono surgem as bagas vermelhas que se mantêm na vegetal durante o inverno.

Fotínia
As folhas jovens são vermelhas, passando a acobreadas, até terminar com um verdejante escuro e intenso.
A floração ocorre na primavera e verão com numerosas flores brancas e pequenas. Pode ser utilizada isolada ou em grupos e sebes.
Além de arbustos coloridos, esta idade é marcada pela ordenado presença de uma árvore na nossa sala. Mas fora desse espaço podem também ser colocadas espécies que majestosamente nos transportam durante todo o ano às festas natalícias.

Avenca japonesa
Podem ser cultivadas em vasos, jardineiras ou em maciços, conjuntos e bordaduras.

Coníferas
São maioritariamente árvores de porte imponente que atingem grande longevidade. Um espécime de pinho Picea abies (a espécie mais utilizada uma vez que árvore de Natal), provém da Suécia e é considerada a vegetal mais antiga de todo o planeta com mais 9 500 anos de idade. Naturalmente que existem espécies com menor dimensão, anãs ou até mesmo bonsais.

Estas árvores resistentes e aromáticas, dependendo do tipo (principalmente pinheiros e coníferas anãs), poderão ser mesmo cultivadas em vaso, mas idealmente devem ser posicionadas num espaço vasto onde possam crescer em condições sem que possam danificar infraestruturas que se encontrem na proximidade.
Algumas coníferas, embora sendo árvores resinosas, por terem um cimeira texto de humidade durante o período de verão, tornam-se bastante resistente aos incêndios, podendo mesmo ser utilizados uma vez que barreira, uma vez que é o caso do cipreste mediterrânico (Cupressus sempervirens).
Leia também:
https://revistajardins.pt/schlumbergera-o-cato-do-natal/
Gostou deste item? Logo leia a nossa Revista, subscreva o ducto da Jardins no Youtube, e siga-nos no Facebook, Instagram e Pinterest.