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Zamioculca (Zamioculcas zamiifolia) – Revista Jardins

Zamioculca (Zamioculcas zamiifolia) – Revista Jardins

Com folhas firmes, brilhantes e alinhadas com uma precisão quase geométrica, a zamioculca tornou-se uma das vegetação mais utilizadas na decoração de interiores. A sua silhueta vertical adapta-se a ambientes contemporâneos, enquanto o virente profundo da ramagem introduz uma presença serena em salas, escritórios e espaços comerciais.

Características

A zamioculca é uma vegetal herbácea perene que se desenvolve a partir de rizomas subterrâneos, espessos e carnudos. Estas estruturas funcionam porquê reservatórios de chuva e nutrientes, permitindo que a vegetal suporte períodos de seca melhor do que muitas outras espécies tropicais.

Aquilo que habitualmente se identifica porquê um talo é, botanicamente, uma folha composta. Cada folha nasce diretamente do rizoma e apresenta um pecíolo carnudo, ao longo do qual se distribuem vários folíolos elípticos, firmes e lustrosos. A vegetal não possui um tronco verdadeiro supra do solo.

As folhas novas surgem enroladas e com uma tonalidade verde-clara, tornando-se gradualmente mais escuras e rígidas. Numa vegetal adulta, o conjunto forma uma estrutura ereta e organizada.

O propagação é relativamente lento. Em boas condições, a zamioculca pode atingir entre 60 cm e 1,20 m de fundura e uma largura semelhante. A dimensão depende da idade da vegetal, do espaço disponível para os rizomas, da luminosidade e do cultivar.

A floração é pouco frequente em interiores e possui reduzido interesse ornamental. A inflorescência, típica da família Araceae, é formada por um espádice creme ou amarelado, parcialmente envolvido por uma espata esverdeada. Surge perto da base da vegetal e pode passar despercebida entre a ramagem.

Além da forma tradicional, de folíolos verde-escuros, existem cultivares porquê a ‘Raven’, cujas folhas novas surgem verdes e escurecem progressivamente até adquirirem uma tonalidade púrpura quase negra. A ‘Zenzi’ apresenta um propagação mais compacto, com folíolos próximos e pecíolos ligeiramente arqueados.

As zamioculcas são tóxicas?

A zamioculca deve ser mantida fora do alcance de crianças pequenas e animais domésticos. Tal porquê outras Aráceas, possui características tóxicas e a ingestão pode provocar irritação da boca e desconforto gastrointestinal. O contacto com a suco também pode motivar irritação em pessoas sensíveis.

Utilize luvas durante a subdivisão, poda ou mudança de vaso e lave as mãos posteriormente o manuseamento. Em caso de ingestão por um bicho, deve contactar-se um médico veterinário.

Utilização

A zamioculca é utilizada principalmente porquê vegetal de interno. Um réplica de maior dimensão pode funcionar porquê ponto focal numa sala, ingresso ou escritório. As vegetação mais pequenas adaptam-se a aparadores, estantes baixas e mesas de suporte. Os vasos de linhas simples realçam a elegância da ramagem e a arquitetura oriundo da vegetal.

A tolerância a alguma falta de luz torna a zamioculca particularmente útil em espaços profissionais. Pode ser utilizada em receções, corredores luminosos, salas de reuniões e estabelecimentos comerciais. No entanto, tolerar pouca luz não significa dispensá-la completamente. Sem luminosidade suficiente, o propagação torna-se muito lento, os pecíolos podem alongar-se e a vegetal perde densidade.

A zamioculca combina muito com sanseviérias, dracenas, aglaonemas e outras vegetação de ramagem estruturada. Em composições tropicais, cria um contraste interessante com fetos, calatheas e vegetação de folhas mais leves.

Durante os meses mais quentes, pode permanecer num recinto ou varanda protegida, desde que não receba sol intenso. Deve tornar ao interno antes da descida das temperaturas, pois não tolera geadas nem insensível prolongado.

transplante de zamioculca

Condições de cultivo

A primavera é a idade mais favorável para plantar ou reenvasar a zamioculca. O aumento da temperatura e das horas de luz ajuda a vegetal a restaurar e a produzir novas raízes.

Na verdade, a zamioculca adapta-se muito às temperaturas habituais dos interiores, preferindo ambientes amenos e estáveis. Deve ser protegida de temperaturas inferiores sobre 10 °C, correntes de ar insensível e mudanças bruscas. Não exige humidade atmosférica elevada e desenvolve-se normalmente no envolvente de uma moradia ou escritório. Deve, porém, permanecer afastada de radiadores, lareiras e aparelhos de ar condicionado.

O substrato deve ser ligeiro, aventado e muito muito drenado.

A zamioculca desenvolve-se melhor num lugar com luz indireta moderada a profuso. Perto de uma janela orientada a nascente ou poente, protegida do sol mais possante, tende a produzir um propagação mais compacto e vigoroso. Também suporta ambientes menos luminosos, mas nestas condições cresce lentamente e deve ser regada com menor frequência. Por outro lado, o sol direto intenso pode provocar manchas amareladas, áreas queimadas e perda de luz. Uma exposição suave ao início da manhã pode ser tolerada, mas a vegetal deve ser protegida do sol possante do meio-dia.

Rode o vaso ocasionalmente para que a ramagem receba luz de diferentes direções e mantenha uma forma equilibrada. Ou por outra, limpe os folíolos com um tecido macio e húmido sempre que acumularem pó. Para além de repor o luz oriundo, esta operação melhora a captação de luz e ajuda a detetar precocemente eventuais pragas.

Plantação em vaso

Escolha um vaso com orifícios de drenagem, exclusivamente ligeiramente maior do que o anterior. A zamioculca desenvolve rizomas fortes, capazes de pressionar e deformar recipientes de plástico quando o espaço se torna reduzido. Ainda assim, não deve ser colocada num vaso excessivamente grande, pois o volume suplementar de substrato permanecerá húmido durante mais tempo.

Retire cuidadosamente a vegetal do vaso e examine os rizomas e as raízes. As estruturas saudáveis devem apresentar-se firmes. Elimine exclusivamente as partes moles, escuras ou com odor repugnante, utilizando uma instrumento limpa. Coloque a vegetal à mesma profundidade a que se encontrava anteriormente. Os rizomas devem permanecer cobertos, mas não enterrados em excesso. Preencha os espaços laterais e pressione suavemente.

Posteriormente o reenvasamento, pode esperar alguns dias antes de regar, sobretudo se houve cortes ou subdivisão dos rizomas. A zamioculca não necessita de mudanças frequentes de recipiente; geralmente, um reenvasamento a cada dois ou três anos é suficiente. A espécie tolera alguma negligência, desde que não seja sujeita a excesso de chuva.

Propagação

A forma mais rápida de propagar a zamioculca é através da subdivisão dos rizomas. Esta operação deve ser realizada durante o reenvasamento, preferencialmente na primavera.

Retire a vegetal do vaso e separe cuidadosamente os diferentes grupos de rizomas, garantindo que cada subdivisão guarda raízes e pelo menos uma folha saudável. Deixe secar eventuais cortes e plante cada porção num recipiente proporcional ao seu tamanho.

Também é provável propagar a zamioculca através de folíolos. Retire um folíolo saudável, deixe a base cicatrizar durante algumas horas e introduza-a num substrato ligeiro, mantendo uma humidade muito moderada. Nascente método exige paciência. O folíolo começa por formar pequenas raízes e um raro rizoma, podendo percurso vários meses antes de surgir uma novidade folha.

planta zz, planta de interior em vaso

Manutenção

Os rizomas armazenam chuva, pelo que a vegetal deve secar entre regas. Antes de regar, confirme que o substrato está sequioso não exclusivamente à superfície, mas também a alguns centímetros de profundidade. Em caso de incerteza, é preferível esperar mais alguns dias. Quando regar, molhe todo o substrato até a chuva inaugurar a trespassar pelos orifícios do vaso. Em seguida, esvazie o prato ou o cachepot. Nunca deixe a base do recipiente mergulhada em chuva. Na primavera e no verão, as regas poderão ser mais regulares. No outono e no inverno, devem ser bastante reduzidas.

Folhas amarelas e pecíolos moles podem indicar excesso de rega. Folíolos enrugados, secos ou que começam a tombar podem revelar uma falta de chuva prolongada.

Quanto à adubação, durante a primavera e o verão, aplique um fertilizante líquido equilibrado para vegetação verdes, uma vez por mês ou a cada seis semanas, numa ração moderada. O propagação lento da zamioculca significa que as suas necessidades nutritivas são reduzidas. Uma fertilização excessiva pode provocar a aglomeração de sais no substrato e danificar as raízes. No outono e no inverno, suspenda ou reduza bastante a adubação, principalmente se a vegetal estiver num lugar pouco luminoso.

A zamioculca não necessita de poda de formação. Remova exclusivamente as folhas amarelas, secas ou danificadas, cortando o pecíolo junto ao nível do substrato. Demais, uma folha cortada a meio não volta a crescer nem recupera a forma original. Quando está muito danificada, é preferível removê-la por completo e permitir que a vegetal produza uma novidade. Utilize uma tesoura limpa e luvas durante o trabalho, evitando o contacto da suco com a pele e os olhos.

Pragas e doenças

A zamioculca é geralmente resistente a pragas e doenças. O problema mais frequente é o putrefacção dos rizomas e das raízes, provocado por excesso de chuva ou drenagem insuficiente. Uma vegetal afetada apresenta folhas amarelas, pecíolos moles, manchas escuras junto à base e odor repugnante no substrato. Retire-a do vaso, elimine as partes apodrecidas e replante as porções saudáveis em substrato sequioso e drenante.

Cochonilhas e cochonilhas-algodão podem surgir ocasionalmente nos folíolos e na base dos pecíolos. Remova-as com um tecido húmido e isole a vegetal enquanto percurso o tratamento.

Folhas muito pálidas podem indicar excesso de sol. Pecíolos compridos, arqueados e espaçados revelam frequentemente falta de luminosidade. Já o amarelecimento de uma folha antiga e isolada pode fazer segmento da renovação oriundo da vegetal.

Curiosidades sobre zamioculcas

  • O epíteto zamiifolia significa “com folhas semelhantes às da Zamia, um género de cicadáceas que não está diretamente relacionado com a zamioculca. A semelhança encontra-se exclusivamente no aspeto da ramagem.
  • O género Zamioculcas contém uma única espécie aceite: Zamioculcas zamiifolia. Apesar da fisionomia moderna e minimalista, a vegetal pertence a uma linhagem tropical perfeitamente adaptada à alternância entre períodos húmidos e secos.
  • É também conhecida porquê vegetal ZZ, uma abreviatura do nome botânico, e porquê vegetal da riqueza. Esta última designação está associada à sua ramagem persistente, ao propagação contínuo e à capacidade de resistir em condições pouco favoráveis.
  • A zamioculca não precisa de produtos para dar luz às folhas. A superfície lustrosa é oriundo e constitui uma das suas características ornamentais mais marcantes.

A zamioculca alia resistência, longevidade e uma presença visual muito definida. É uma escolha adequada para quem procura uma vegetal de interno pouco exigente, mas suficientemente elegante para assumir um papel de destaque na decoração.

Para a manter saudável, importa respeitar uma regra necessário: não regar em excesso. Um lugar com luz indireta, um vaso com drenagem e um substrato que seque entre regas são suficientes para que esta vegetal conserve a sua ramagem firme e reluzente.

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