Onde o afeto e o design se encontram em cada pormenor
Last Updated on: 20th fevereiro 2026, 05:12 pm
Ao penetrar a porta do apartamento de Marco Antonio e Maria Lydia, não há incerteza de onde a vida acontece. A cozinha é o primeiro envolvente que se revela — e ela já diz muito sobre essa moradia. O piso de caquinhos carrega um ar nostálgico, o frontão terracota traz textura e calor, enquanto vegetação, prateleiras abertas e objetos de viagem ajudam a erigir uma atmosfera rústica e acolhedora.
Mas nem sempre foi assim. Quando visitaram o apartamento pela primeira vez, em procura de um novo lar, o parelha não se apaixonou instantaneamente pelo imóvel. O magia veio à segunda vista, quando perceberam que, com uma reforma, poderiam ter tudo o que desejavam muito ali — em uma vizinhança aprazível e com recta a uma varandinha na sala.





Partir para a obra foi portanto o caminho para transformar essa percepção em verdade. Uma parede entre a sala e a cozinha caiu, os quartos foram reorganizados para acoitar uma suíte e um escritório, e a lavanderia mudou de lugar para ampliar a extensão social. O projeto, assinado pelo escritório Mana Arquitetura, traduziu as ideias do parelha em soluções simples e muito resolvidas.
A cozinha ocasião não foi uma escolha ao possibilidade. Porquê os moradores adoram convocar os amigos para consumir, tomar e conversar, o espaço integrado à sala se tornou perfeito para esses encontros. Ou por outra, a vegetal livre de divisórias favorece a ventilação nos dias mais quentes. “Gostamos de cores terrosas e, ao mesmo tempo, queríamos deixar um ar de extensão externa, o que culminou na escolha dos revestimentos, tanto do frontão quanto do piso”, eles contam.
Para atender à versatilidade que a cozinha pede — tanto no dia a dia quanto na hora de receber, o parelha optou pelo monocomando Gourmet da Celite. Ela se tornou o braço recta que faltava na rotina: além de poder intercalar entre dois tipos de jato de chuva conforme a urgência, eles também usam muito a bica extraível, alcançando lugares que os modelos comuns não chegam. “Esse é o item da Celite de que mais gostamos, pela eficiência nas tarefas cotidianas”.






O escritório, separado por uma porta sanfonada de vidro, é outro exemplo dessa flexibilidade do lar. Ele pode estar completamente integrado ao restante da moradia ou se fechar quando o trabalho pede mais concentração. Ainda assim, mantém o mesmo clima do apê: com tons suaves, peças trazidas de viagem e uma organização que facilita o uso.
O banheiro também foge do óbvio. Revestido com pastilhas amarelas, o espaço tem uma proposta ligeiro e satisfeito, valorizando a luz originário. A escolha das louças e metais, feita com o esteio da arquiteta Ana Carolina de Siqueira, também priorizou os produtos da Celite, que equilibram bom design, conforto e praticidade. Entre os itens, a cuba de esteio da Celite Slim é um destaque à secção: com aprimoramento branco tradicional, ela traz um protagonismo para a bancada logo ao penetrar a porta do banheiro.





Espalhados pela moradia, os objetos ajudam a racontar essa história para quem sabe observar os pequenos detalhes. Esculturas de madeira do Pantanal, cerâmicas da Serra da Capivara, peças da Ilhota do Ferro, presentes de pessoas queridas e um livreiro garimpado em um arqueólogo ocupam estantes e cantos sem pressa — cada um carregando uma memória.
No dia a dia, a moradia é vivida exatamente porquê eles gostam: no balanço da rede, nos preparos na cozinha, nas horas de leitura, nas sessões de música e ao receber os amigos. Aliás, quando alguém chega, o apartamento se ajusta naturalmente ao momento, sem regras rígidas ou espaços engessados. É nessa soma de escolhas, gestos e histórias que o lar ganha sua verdadeira forma. Um lugar bonito de se ver, mas sobretudo gostoso de viver.
Texto por Yasmin Toledo | Coordenação de taxa por Dora Campanella | Fotos por Felco
Produção por Paula Passini e Dora Campanella
