o protagonismo e a transformação do mercado condominial em Santa Catarina
Se uma termo pudesse definir o mercado condominial em 2025, seria maturidade.
Nascente foi o ano em que o setor deixou o amadorismo definitivamente para trás, impulsionado por marcos regulatórios decisivos — das normas técnicas para carros elétricos à vitória histórica na Justiça Federalista pela liberdade profissional dos síndicos. Nas páginas do Jornal dos Condomínios, documentamos cada passo dessa transformação, enfrentando debates complexos sobre segurança, clima e convívio, ao mesmo tempo em que preparávamos a nossa própria evolução rumo ao do dedo.
A seguir, convidamos você a revisitar, mês a mês, os fatos que escreveram a história deste ano divisor de águas para a gestão de condomínios catarinense.
JANEIRO: Entre a Eletromobilidade e a Subida Temporada

O ano de 2025 começou com o Jornal dos Condomínios antecipando aquele que seria um dos grandes debates do ano: o impacto da tecnologia e da eletromobilidade na rotina condominial.
A edição de janeiro destacou uma vez que carros, scooters e patinetes elétricos passaram a exigir dos síndicos não unicamente adaptação, mas um planejamento estratégico focado em segurança contra incêndios e regulamentação.
O ponto de partida para essa discussão foi o pioneirismo do Estado: repercutimos o workshop inédito realizado pelo Corpo de Bombeiros Militar de Santa Catarina (CBMSC) em dezembro de 2024. O evento, primeiro do gênero no Brasil, apresentou casos reais de incêndios em veículos eletrificados, fundamentando a premência de estudos sobre prevenção em áreas de recarga compartilhada.
Paralelamente à inovação, a edição também enfrentou os desafios clássicos da subida temporada. Com a população do Vale do Itajaí dobrando devido ao turismo, pautamos a gestão da crise hídrica e os cuidados essenciais com elevadores em regiões propensas a alagamentos, equilibrando a visão de horizonte com as demandas urgentes do verão.
FEVEREIRO: Sustentabilidade e o Clima Extremo
Em fevereiro, o foco editorial expandiu-se do cotidiano para o horizonte do planeta, sem tirar os pés da dura veras sítio. Ancorada na proximidade da COP 30, a edição convocou síndicos e moradores a entenderem que a responsabilidade ambiental em condomínios deixou de ser tendência para virar urgência.
Em material próprio, especialistas trouxeram medidas práticas para reduzir a pegada de carbono e gerar economia, alinhando a gestão condominial à agenda climática global.
Porém, o jornal mostrou que a mudança climática não é unicamente um debate horizonte. Diante da diferença no padrão dos temporais no Vale do Itajaí, a tarifa de infraestrutura foi dominada pela prevenção: síndicos e especialistas apontam alternativas para superar as dificuldades, proteger garagens e elevadores de alagamentos repentinos, mitigando prejuízos estruturais cada vez mais frequentes no verão.
No campo da segurança e governança, a edição funcionou uma vez que um manual técnico: detalhou os ritos essenciais para prometer transparência e legitimidade nas assembleias de eleição de síndico e lançou um alerta crítico sobre o uso de botijões de gás (P13) em edificações antigas, destacando os riscos de vazamentos e a pesada responsabilidade social e criminal que recai sobre o síndico.
MARÇO: O Alerta Vermelho da Violência e as Mudanças na Lei

O tom de março foi de luto e reflexão profunda. Aquilo que antes parecia caso solitário se confirmou uma vez que uma triste tendência: a escalada da violência contra gestores. O jornal repercutiu o trágico assassínio do subsíndico Vinícius da Silva Azevedo, no Rio de Janeiro, morto a tiros em seguida uma simples notificação de vazamento. O caso escancarou os riscos da profissão e a crescente dificuldade de diálogo para se chegar a um consenso na vida em comunidade.
Ainda sob a ótica da proteção à vida, a edição abordou a segurança infantil. Posteriormente acidentes envolvendo duas meninas em condomínios no mês de março, trouxemos especialistas para tutorar medidas rigorosas de manutenção predial e substanciar a responsabilidade compartilhada entre gestores e famílias na geração de ambientes seguros para as crianças.
Por termo, o olhar se voltou para Brasília. O jornal destacou a tramitação no Congresso Vernáculo das propostas de atualização do Código Social. Com a legislação de 2003 já defasada diante das novas dinâmicas sociais, advogados analisaram uma vez que essa modernização das regras (do art. 1.331 ao 1.358) promete impactar a estrutura lítico dos condomínios nos próximos anos.
ABRIL: Investimentos, Obras Vizinhas e o Alerta da Dengue
Em abril, a tarifa financeira ganhou sofisticação, mas foi a crise sanitária que exigiu ação imediata. Enquanto especialistas orientavam sobre uma vez que investir o excedente do caixa do condomínio de forma segura, uma emergência de saúde pública bateu à porta: a explosão dos casos de dengue e chikungunya em Santa Catarina. Com quase 180 municípios infestados, a edição convocou os síndicos para o “front” de guerra, reforçando a eliminação de focos do Aedes aegypti uma vez que prioridade máxima de manutenção.
A gestão de riscos externos também foi destaque. Diante da expansão imobiliária, discutimos a valimento do Laudo Cautelar de Vizinhança para blindar o condomínio contra danos causados por obras no entorno.
A edição fechou com um guia prático sobre a renovação anual do atestado de funcionamento junto ao Corpo de Bombeiros, detalhando taxas e documentos para manter a fundação regular e segura.
MAIO: Inovação Jurídica e Resgate Cultural
Maio foi um mês de vanguarda para Santa Catarina. A edição destacou um precedente jurídico histórico: uma decisão judicial inédita no estado impediu o retorno de um morador com histórico de agressividade ao condomínio. O caso antecipou na prática o que se discute em Brasília: a atualização do Código Social para definir legalmente a figura do “condômino antissocial” e permitir penalidades mais objetivas para quem torna a convívio insuportável.
O estado também mostrou força na segurança coletiva ao realizar o maior treino de preparação para desastres da história do país. A operação simulada integrou estruturas de Proteção e Resguardo Social para enfrentar cenários críticos uma vez que deslizamentos e enchentes, reforçando a cultura de prevenção que o jornal defende mensalmente.
Por termo, a edição celebrou o resgate da identidade de Florianópolis. Posteriormente reformas estruturais no Prédio Atlas, no Núcleo da Capital, os murais artísticos que homenageiam dois ícones da cultura sítio ressurgiram nas paredes do prédio. A restauração foi acolhida pela governo do condomínio, simbolizando a simetria entre a gestão predial e a preservação da memória urbana.
JUNHO: A Era da Conectividade e o Fator Humano
Junho marcou o encontro entre a revolução do dedo e a origem humana da gestão. A edição mostrou que a conectividade deixou de ser conveniência para virar infraestrutura sátira: com portarias remotas, reconhecimento facial e gestão via aplicativos, o jornal alertou que investir em uma rede de internet robusta é hoje tão vital quanto a manutenção predial.
Essa digitalização serviu de gancho para um dos temas mais polêmicos do setor em Santa Catarina: os aluguéis por temporada. A edição debateu uma vez que essa modalidade, impulsionada por plataformas digitais, impacta a rotina e a segurança dos condomínios, exigindo regras claras de convívio em um estado que é vitrine turística.
Porém, o jornal fez questão de lembrar que a tecnologia não substitui a empatia. Trouxemos relatos emocionantes de síndicos que, ultrapassando suas funções administrativas, atuaram uma vez que verdadeiros heróis em situações de crise, salvando vidas e acolhendo moradores.
No campo lítico, o zelo com as pessoas também foi destaque com a atualização da NR-1, que passou a incluir riscos psicossociais e a saúde mental no rol das doenças ocupacionais, exigindo um novo olhar sobre a gestão de equipes e colaboradores do condomínio.
JULHO: Proteção de Dados e Restrições Severas à Portaria Remota

Em julho, o debate jurídico aprofundou-se na proteção dos mais vulneráveis. Em uma era dominada por biometrias faciais e câmeras inteligentes, a edição destacou a emprego rigorosa da LGPD para crianças e adolescentes. Especialistas e relatos práticos alertaram que os dados de menores exigem blindagem extra contra cibercriminosos, transformando a rotina de coleta de informações nas portarias.
O mês também foi de tensão regulatória. O mercado pátrio entrou em alerta com uma legislação do Província Federalista que impôs restrições severas à portaria remota, gerando instabilidade jurídica e debates sobre a autonomia tecnológica dos condomínios em todo o país.
Já em solo catarinense, a regulação focou na segurança física: o jornal detalhou as novas e rígidas normas estaduais para a circulação de cães da raça Pitbull, obrigando síndicos a revisarem regras de convívio nas áreas comuns.
Por termo, a edição propôs uma visão urbanística da gestão: mostrou que o síndico contemporâneo não administra unicamente uma ilhéu isolada, mas atua uma vez que agente de transformação, capaz de revitalizar o entorno e integrar o condomínio à vida da cidade.
AGOSTO: O Marco Regulatório da Eletromobilidade e a Vitória Profissional
Agosto entrou para a história do setor uma vez que o mês em que a eletromobilidade finalmente ganhou sua bússola normativa. O grande destaque foi o lançamento da Diretriz Vernáculo sobre Ocupações Destinadas a Garagens e Sistemas de Sustento de Veículos Elétricos (SAVE).
Elaborado pela LIGABOM (Juízo Vernáculo de Comandantes-Gerais dos Corpos de Bombeiros), o documento estabeleceu as regras técnicas para a instalação de pontos de recarga em todo o Brasil, preenchendo uma vazio que gerava instabilidade em síndicos e projetistas.
Em sintonia com esse momento decisivo, o Jornal dos Condomínios não unicamente noticiou, mas mobilizou o setor. Promovemos um Workshop sobre Eletromobilidade em São José, com lotação esgotada, reunindo Celesc e Bombeiros para transcrever essas novas regras para a veras prática dos edifícios.
O mês também foi de celebração jurídica. A edição estampou uma vitória histórica da Associação de Síndicos de Balneário Camboriú (ASBALC) na Justiça Federalista, que concedeu liminar impedindo o Juízo Regional de Governo (CRA/SC) de exigir registro e anuidade de síndicos. A decisão foi celebrada uma vez que uma garantia à liberdade profissional, derrubando exigências consideradas inconstitucionais.
Por termo, no cotidiano da gestão, abordamos o “campo de guerra” do dedo: estratégias para transformar os grupos de WhatsApp, muitas vezes tóxicos, em ferramentas de informação respeitosa e eficiente.
SETEMBRO: O Impacto da Frota Elétrica e o Boom Populacional

Setembro aprofundou o debate técnico iniciado no mês anterior. Com dados da ABVE confirmando que o Brasil ultrapassou a marca de 200 milénio veículos eletrificados em 2025, a edição dissecou a normativa recém-publicada pela LIGABOM.
O jornal alertou para a complicação jurídica do momento: apesar de a norma sugerir um prazo de adaptação de 180 dias, ressaltamos a cautela necessária, já que em Santa Catarina o Corpo de Bombeiros ainda realizava estudos para definir o regramento estadual específico. O papel do síndico foi posto à prova: lastrar a pressão dos moradores pela modernização com a responsabilidade técnica de não sobrecarregar prédios antigos.
Enquanto as garagens mudavam, as cidades também. A edição repercutiu os dados do IBGE que colocaram Santa Catarina em segundo lugar no ranking pátrio de desenvolvimento populacional (com 128 milénio novos habitantes em um ano), um fenômeno que pressiona a infraestrutura urbana e valoriza ainda mais a gestão condominial profissional.
No cotidiano administrativo, o jornal orientou gestores sobre o temido momento em que o condomínio se torna réu na justiça, reforçando a premência de assessoria jurídica preventiva.
Mas nem só de normas técnicas viveu o mês. Um caso inusitado em São José (SC) ganhou repercussão pátrio e viralizou nas redes: o denominado “toque de recolher do paixão”. Posteriormente 18 reclamações formais de estrondo, circulou a informação de que um condomínio teria proibido relações sexuais em seguida as 22h. O incidente reacendeu uma discussão acalorada (e necessária) sobre os limites da poder condominial e a fronteira entre o recta ao sossego da coletividade e a privacidade inviolável dentro das unidades.
Por termo, voltamos ao “vital precípuo”: um guia de boas práticas para a manutenção de caixas de gordura, lembrando que a negligência nesse item invisível pode promover transtornos sanitários gigantescos.
OUTUBRO: Alerta de Temporada e a Vitória Jurídica Definitiva

Com a proximidade do verão, outubro chegou com o mercado imobiliário aquecido, mas trouxe um alerta severo do CRECI-SC: a prática proibido de porteiros, zeladores e até síndicos atuarem uma vez que corretores de imóveis. A edição denunciou os riscos jurídicos dessa intermediação irregular, reforçando que unicamente profissionais habilitados podem conduzir locações e vendas, protegendo moradores e turistas de golpes na subida temporada.
No campo financeiro, os números acenderam a luz amarela. Com índices apontando a inadimplência em 7,19% (o maior patamar em um ano), o jornal orientou gestores a blindarem o caixa com planejamento e estratégias de cobrança antes do fechamento do treino fiscal.
O mês também foi de celebração definitiva para a categoria. A Justiça Federalista proferiu a sentença final na ação movida pela ASBALC, confirmando a liminar de julho e declarando proibido a exigência do CRA para registro de síndicos profissionais. A decisão consolidou a liberdade de treino da profissão em Santa Catarina.
Por termo, em Florianópolis, a gestão de infraestrutura ganhou novas regras: a prefeitura intensificou as exigências para intervenções em redes pluviais e drenagem, alcançando agora não unicamente novas edificações, mas também condomínios antigos já em funcionamento.
NOVEMBRO: O Mês do Síndico e a Novidade Era dos Seguros
Novembro foi de reconhecimento e debate político. Celebrando o Dia do Síndico, a edição traçou a evolução histórica da função e mergulhou na polêmica sobre o PL nº 4.739/2024, que visa regulamentar a profissão e divide opiniões.
O calendário jurídico impôs uma mudança imediata: alertamos para a ingresso em vigor da Novidade Lei dos Seguros, que atualizou o Código Social e exigiu mais transparência nas apólices, exigindo atenção de síndicos e administradoras para adequação de contratos e práticas de gestão.
Por termo, trouxemos o último checklist do ano para preparar os condomínios do litoral para a invasão turística do verão.
DEZEMBRO: Um Novo Capítulo, IN 23 e a Força do Hábito

Dezembro de 2025 ficará marcado na história institucional do Jornal dos Condomínios por dois grandes marcos. Primeiro, a edição nº 288 simbolizou o fechamento de um ciclo vitorioso de quase 25 anos no formato impresso, anunciando a transição para uma novidade era 100% do dedo em 2026.
Mais do que uma mudança de plataforma, o editorial reafirmou o compromisso com a modernização e a sustentabilidade, garantindo que a informação técnica continue chegando ao síndico com a facilidade que o mercado atual exige.
Segundo, fechando o ciclo técnico iniciado em janeiro, o CBMSC disponibilizou para consulta pública a Instrução Normativa 23 (IN 23), documento decisivo que estabelecerá os critérios oficiais de segurança contra incêndio para sistemas de recarga de veículos elétricos (SAVE) em Santa Catarina.
O teor encerrou o ano: trouxemos um manual de convívio e uma vez que os moradores podem ajudar os síndicos durante a temporada de verãoos moradores podem ajudar os síndicos durante a temporada de verão e explicamos os conceitos jurídicos de supressio e surrectio, mostrando uma vez que o “poder do hábito” nos condomínios, onde regras convivem com práticas diárias nem sempre previstas na convenção, com o tempo ganham força jurídica.
A fiscalização profissional também teve espaço sublime com o CRECI-SC esclarecendo dúvidas sobre o treino proibido da profissão de corretor de imóveis, encerrando 2025 com uma mensagem de responsabilidade, técnica e inovação.