Despensa do Mundo das Áreas Protegidas: Grupo D
No Grupo D da Despensa do Mundo, Estados Unidos, Paraguai, Austrália e Turquia entram em campo com trajetórias distintas e objetivos próprios. Na Despensa das Áreas Protegidas, a lógica é semelhante: cada país atua com suas políticas e estratégias de conservação, buscando ampliar a proteção da biodiversidade e dos ecossistemas. Nesse campeonato ambiental, assim uma vez que no futebol, os resultados dependem das decisões tomadas dentro e fora de campo.
A seleção dos Estados Unidos tem uma trajetória curiosa e de estável evolução na história das Copas do Mundo. O melhor resultado do país aconteceu logo na primeira edição, em 1930, quando alcançou o terceiro lugar. Depois um longo hiato entre 1950 e 1990, os norte-americanos voltaram a figurar sempre no cenário mundial, sediando o torneio em 1994 e chegando às quartas de final em 2002. Depois a carência em 2018 e um retorno com classificação às oitavas em 2022, a equipe chega em 2026 novamente uma vez que uma das anfitriãs, carregando a expectativa de solidificar o esporte de vez em território pátrio.
Sob o comando do técnico prateado Mauricio Pochettino, o grande protagonista e referência criativa da equipe é o atacante Christian Pulisic, que vive grande tempo no futebol italiano. O meio-campo é a principal força do time, liderado por Weston McKennie, Gio Reyna e Tyler Adams.
Quando o matéria é áreas protegidas, os EUA não é somente um dos gigantes, uma vez que tem seu padrão de parques nacionais inspirando todo o mundo. Tudo começou em 1872, quando o presidente Ulysses S. Grant assinou um ato executivo criando o Parque Vernáculo de Yellowstone. De lá para cá, o país conta com 63 parques e muro de 51.021 no totalidade, segundo Meio de Monitoramento de Conservação Mundial das Nações Unidas (UNEP-WCMC).
Se a história é grandiosa, os dados em relação ao resto do país dizem que ainda há muito a melhorar – e os ataques do governo de extrema direita Trump à espaço ambiental não têm ajudado o país a permanecer mais competitivo. EUA protege somente 12,95% da sua extensão territorial e 19,02% da espaço marinha.

Se os estadunidenses são conhecidos pelas suas áreas protegidas, o Paraguai esquece de narrar pro mundo que também protege as suas. Com somente 137 áreas protegidas, sendo 23 parques, o país sul-americano mantém protegido formalmente 14.86% da sua espaço continental [o país não possui área marinha]. Com isso, fica em segundo no grupo, e passa os EUA.
No gramado, o Paraguai possui uma tradição no futebol sul-americano. A seleção participou de diversas Copas do Mundo, vivendo seu auge entre o final dos anos 1990 e a primeira dezena dos anos 2000. O ponto cume ocorreu no Mundial de 2010, na África do Sul, quando alcançaram as quartas de final e caíram em um jogo duríssimo contra a futura campeã, Espanha. Agora, a Albirroja marca o seu retorno ao torneio depois 16 anos de carência, impulsionada por uma campanha de recuperação heroica nas Eliminatórias.
Atualmente dirigido pelo pragmático técnico prateado Gustavo Alfaro, o Paraguai tem um elenco equilibrado, com sete jogadores que atuam no futebol brasiliano: Gustavo Gómez (Palmeiras), Fabián Balbuena (Grêmio), Junior Alonso (Atlético-MG), Ramón Sosa (Palmeiras), Maurício (Palmeiras), Damián Bobadilla (São Paulo) e Isidro Pitta (Bragantino).
Apesar da campanha, no gramado, o Paraguai é o lanterna atualmente na tempo de grupos. Mas ao menos na Despensa das áreas protegidas, ele já garantiu a vice-liderança.

Já a Austrália tem mandado muito dentro dos campos e melhor ainda dentro da conservação. A seleção tornou-se uma força dominante na Ásia (sua confederação atual) e uma figura frequente na Despensa do Mundo. Esta é a sexta participação consecutiva dos Socceroos no Mundial. O país igualou a sua melhor campanha histórica recentemente, em 2022, ao proceder para as oitavas de final de forma surpreendente, repetindo o sucesso conseguido em 2006.
Dirigidos pelo ex-jogador e agora técnico Tony Popovic, a seleção aposta em um estilo de jogo pragmático e de muita imposição física. A segurança defensiva começa pelas mãos experientes do goleiro Mathew Ryan (Levante-ESP) e pela estatura do zagueiro Harry Souttar. No meio-campo, Jackson Irvine atua uma vez que o motor do time.
Atualmente disputando a tempo de grupos, a seleção vem muito muito, com uma vitória contra a Turquia que está garantindo o segundo lugar no grupo [posição que pode mudar a qualquer momento]. Já na Despensa das áreas protegidas, o país não precisa passar para manter a posição: é líder inteiro da chave, com 24.69% da espaço territorial e 45.99% da espaço marinha formalmente protegida. São impressionantes 11.431 áreas protegidas, sendo 1.255 parques nacionais.

A história da Turquia nas Copas do Mundo é marcada por raras, porém inesquecíveis participações. A seleção disputou o Mundial somente em duas ocasiões anteriores: em 1954 e em 2002. Foi na edição sediada no Japão e na Coreia do Sul que a Turquia chocou o planeta ao fazer uma campanha mágica e invadir um histórico terceiro lugar. Depois de amargar mais de duas décadas de frustrações nas Eliminatórias Europeias, a apaixonada região otomana finalmente retorna ao maior palco do futebol.
Sob a liderança do técnico italiano Vincenzo Montella, a Turquia possui um elenco equilibrado. O maestro do meio-campo é o veterano Hakan Çalhanoğlu (Inter-ITA). Ao lado dele, estão Arda Güler, do Real Madrid, e Kenan Yıldız, da Juventus, que trazem imprevisibilidade e habilidade ao ataque.
Em campo pelo Grupo D, a Turquia estreou perdendo de 2 a 0 para a Austrália. Se no gramado ela ainda precisa mostrar a que veio, no campo das áreas protegidas o resultado está ainda pior. A Turquia lidera a lanterna do grupo, tendo somente 18 áreas protegidas, que se estendem por somente 7,03% da espaço territorial e 1.68% da espaço marinha, os turcos ocupam a última posição do grupo.
Assim uma vez que uma seleção que depende de alguns craques para gratificar limitações do elenco, a conservação argelina se apoia em áreas de enorme relevância, uma vez que o Parque Vernáculo de Tassili n’Ajjer, Patrimônio Mundial da UNESCO, além dos parques nacionais de El Kala e Djurdjura. O problema é que boas individualidades não conseguem esconder a fragilidade dos números gerais.
