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Janeiro Branco alerta para a valimento da saúde mental

Janeiro Branco alerta para a valimento da saúde mental

Campanha vernáculo incentiva adoção de hábitos que promovam o estabilidade emocional

De janeiro a dezembro as cores invadem o calendário da saúde porquê um alerta para a premência de conscientização da população. E porquê o início do ano é uma era em que é geral que as pessoas façam reflexões sobre a própria vida, a campanha Janeiro Branco, coordenada pelo Instituto que leva o mesmo nome do movimento, convida para uma reflexão sobre saúde mental.

A iniciativa, que neste ano traz o tema “Sossego – Estabilidade – Saúde Mental”, tem porquê objetivo invocar a atenção das pessoas, instituições e autoridades para as necessidades relacionadas à saúde mental e ao bem-estar. A principal mensagem em 2026 é a valimento de mourejar com as pressões do dia a dia de uma forma mais equilibrada.

Dentro desse cenário de preocupação com a saúde emocional, a campanha Janeiro Branco – que em 2026 completa doze anos – contribui para que as pessoas reflitam sobre suas relações, analisem o pretérito que viveram e os objetivos que desejam conseguir no ano que se inicia e busquem uma melhor qualidade de vida.

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Julião Oliveira: “Lucidez emocional é a base das relações adultas e maduras”

Para o terapeuta Julião Oliveira, que atua porquê mentor e educador, além de ser palestrante na extensão de Lucidez Emocional, levantar temas relacionados aos cuidados com as emoções é fundamental. Ainda mais quando falamos sobre condomínios, dada a sistemática de porquê as relações são estabelecidas nesse tipo de espaço e todas as intercorrências que podem ser geradas a partir dessa convívio diária.

“O mundo dos síndicos merece atenção peculiar por se tratar de um envolvente em que nem sempre quem assume o função de síndico foi prestes tecnicamente para a função. Dessa forma, programas porquê o Janeiro Branco são essenciais para um trabalho de pedestal, principalmente no campo das emoções”, pontua Oliveira.

O terapeuta defende que emoção, lucidez e força vital estão conectadas. Portanto, para que o síndico possa manter a qualidade dessas importantes áreas da vida, é necessário que ele compreenda que o trabalho que exerce não é a sua vida. Precisa colocar-se porquê um prestador de serviços que é remunerado para isso, não porquê o “salvador do condomínio”.

“Quando ele se mantém nessa posição, o peso dos problemas não cai sobre os seus ombros diretamente, e sim do seu função, que tem hora para principiar e terminar diariamente”, explica Oliveira. O profissional ainda destaca que, dentro desse posicionamento, ele vai ter que desenvolver um trabalho focado em mitigar a falta de transparência e os erros de notícia, que são os principais pontos que geram impasses dentro dos condomínios.

“Quando o síndico não tem transparência do seu papel e se coloca na posição de faz-tudo sem qualquer limite, dá aos moradores o recta de comandarem a sua agenda. Por isso, estabelecer um manual de normas e conduta condominial pode ajudar e muito a manter a tranquilidade”, complementa o terapeuta.

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Gerson Marcch: “É verosímil ter qualidade de vida mesmo com uma rotina agitada”

Teoria reforçada pelo Life Coach Gerson Marcch, profissional em Mudança Comportamental, que defende que o líder de um condomínio deve mostrar para os condôminos, muito porquê aos colaboradores, a valimento de se manter o estabilidade nas relações. Dessa forma, o gestor tem um papel ativo nesse contexto, que pode ser desenvolvido, por exemplo, através de campanhas de conscientização.

Já porquê dica para que os síndicos possam mourejar melhor com o estresse da função, Oliveira alerta para a valimento de se ter uma agenda clara e muito definida, com todas as suas atribuições e demandas do condomínio. Além da premência de se estimular a procura pelo autoconhecimento, tanto para uma evolução pessoal, quanto profissional. E o mais importante, que desenvolvam a notícia não violenta, para que tenham maior colaboração de todos. É preciso trazer os demais condôminos para perto, ao invés de afastá-los.

Quadro da saúde mental

Os transtornos emocionais viraram uma das principais preocupações de saúde para 52% dos brasileiros. É o que aponta pesquisa da Global Health Service Monitor, feita pela empresa Ipsos em 30 países espalhados por todos os continentes. Enquanto que em 2018 unicamente 18% dos brasileiros diziam que tópicos porquê depressão e impaciência eram fontes de inquietude, em sete anos esse número deu um salto significativo, chegando a mais da metade da população em 2025. O levantamento ainda revela que o cancro (37%) e o estresse (33%) aparecem na sequência porquê as maiores preocupações de saúde no Brasil.

“No mundo, uma a cada quatro pessoas sofre com qualquer nível de transtorno emocional. E a principal pretexto desse número está associada à carência de propósito e visão de porvir. São pessoas que vivem porquê barcos à deriva, com suas vidas desorganizadas e sem nenhum rumo simples. Com isso podemos imaginar o que oferecem aos ambientes onde estão inseridas. Pode ser dentro de uma família, de uma equipe, de uma congregação e, até mesmo, em um condomínio”, avalia Marcch.

O Life Coach aponta que, com os dados citados supra, é verosímil ter uma teoria do caminho que a humanidade está tomando e das consequências dessa baixa qualidade de saúde mental. “Se juntarmos ainda dados sobre frustração, esgotamento físico, estresse e outras causas, poderemos entender o tamanho da premência de uma ação imediata de instituições e autoridades”, pontua.

Marcch defende que a cultura da saúde emocional e psicológica começa por você, que sente que está passando por sentimentos constantes de frustração, estresse ou insights ansiosos em excesso. “Buscar ajuda ainda no primórdio é fundamental, pois quanto mais cedo esses fatores forem detectados, mais facilmente serão tratados. Essa é uma questão real e prioritária da qualidade de vida atual e futura da humanidade”, afirma.

Leia ainda: Saúde mental dos síndicos: porquê profissionais estão buscando alternativas contra a pressão

Lucidez emocional e qualidade de vida nos condomínios

Em tempos pós-pandemia falar sobre saúde emocional nos condomínios é fundamental tanto para o síndico, quanto para os moradores. Com a consolidação do home office, o maior tempo de permanência em vivenda é inversamente proporcional à menor tolerância com o vizinho. Ou seja, se antes o estrondo das patinhas do pet no caminhar de cima passava desapercebido, hoje pode ser motivo de grande estresse.

Para Oliveira, lucidez emocional é a base das relações adultas e maduras. Ele acredita que todo profissional deva ter, antes de mais zero, a gestão apropriada de suas emoções, pois ela será o guia dos pensamentos e ações.

O terapeuta lembra que lucidez emocional para síndicos tem a ver com paciência, saber ouvir as diferenças, mediar conflitos sem se envolver em primeira pessoa, entender que os problemas do condomínio são passageiros e que ele é o agente de soluções. “Qualidade de vida tem a ver com estabilidade. Atividade física, boa sustento, rede de networking saudável e uma série de outros fatores alinhados. Porquê profissional, o gestor é o representante dos demais moradores e, por isso, deve treinar sua função com democracia”, destaca.

Marcch concorda que é verosímil ter qualidade de vida mesmo com uma rotina agitada. “Não só na jornada de síndicos, mas em qualquer extensão. Para isso é inerente que a pessoa, em sua vida íntima e, principalmente nesse caso, na profissional, aprenda a fazer gestão do tempo e desenvolver transparência, foco e disciplina”, explica.

Consciência e estabilidade

Perceba que se você estiver tranquilo e respirar fundo frente a uma situação, prestará atenção no pensamento que está dominando você e no significado que está dando a ele. Tudo isso acontece em fração de segundos, e o duelo está justamente em ter o controle da situação.

Conforme a emoção que você estiver sentindo no momento, que pode ser de raiva ou euforia, por exemplo, você irá gerar alguma ação e, com essa ação, um resultado. Se o resultado visualizado for ruim, é hora de mudar o significado que você deu ao pensamento.

Levando isso em consideração, confira algumas dicas de porquê tomar essa consciência, transformando comportamentos nocivos em estabilidade emocional:

• Pare, respire e tome a decisão de romper com essa escassez emocional em sua vida;

• Viva mais em estado de presença, sentindo o momento (percebendo o milagre da vida ao seu volta, e não a escassez);

• Busque o autoconhecimento – de preferência com um profissional ajudando, pois sozinho é mais difícil;

• Conheça suas crenças e padrões limitantes de comportamento;

• Tenha um propósito de vida simples;

• Use a técnica P.S.A.R: pensamentos geram sentimentos, que geram ações, que geram resultados.

Manancial: Gerson Marcch

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